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Uma nova Zest

Mudar.

Essa poderia ser uma das palavras que significam porque a Zest nasceu.

Nós sempre percebemos as mudanças como uma forma de aprender a nos conectarmos melhor conosco e com as pessoas que gostamos de ter por perto.

Acreditamos no poder do compartilhamento de conhecimentos, experiências e histórias. Nos sentimos mais fortes colaborando e crescendo em rede – por isso, hoje viemos contar o que anda acontecendo do lado de dentro da Zest.

Nós já temos dois anos como marca. O primeiro foi de, praticamente, auto-descoberta. Eu e a Be estávamos tentando entender quem nós éramos e quem gostaríamos de nos tornar como pessoas.

Sabíamos que não queríamos trabalhar em formatos tradicionais, com horário fixo, deslocamento até a firma, tempo perdido e desgaste emocional. Então, decidimos fazer tudo do nosso jeito, amadurecendo junto ao processo.

Descobrimos o conceito de empresa livre, o que nos possibilitou estar aqui hoje. Nos aproximamos de pessoas que admiramos e trocamos com elas o tempo todo. Inclusive os nossos medos, anseios e dificuldades.

Lutamos contra a ideia de se chamar empresa, por todo o peso que o nome carrega. Mas junto com o livre, fez sentido para o nosso jeito de trabalhar funcionar desse jeito. No tempo de cada um.

 

Passada a turbulência interna, começamos 2017 com mais força.

Em 2016, passamos em ponte aérea Brasil – Dublin e para esse ano decidimos focar nossas energias no solo nacional. Além de Porto Alegre, a nova casa da Zest fica mais perto do que antes – na ilha de Florianópolis.

Queremos dizer para todo mundo o que sabemos, gostamos e melhor fazemos. E queremos construir isso com as pessoas incríveis que conhecemos pelo caminho.

Mas o que isso quer dizer na prática?

Quer dizer que novos profissionais estão fazendo parte da Zest. Como iguais, queremos que essa rede cresça com toda a força que cada um tem, celebrando as especialidades e potencializando as forças.

Mesmo fazendo parte de um grupo, cada colaborador trará suas histórias e isso é o mais importante para nós. Todos irão continuar fazendo seus projetos e quando precisarem de alguma ajuda dentro das expertises da rede, ela estará sempre presente.

O que vamos testar aqui seria como um “relacionamento aberto”: tu sabe que existem algumas regras, mas não tem certeza quais funcionariam para ti e o teu parceiro. Então, queremos experimentar e ver se funciona para nós esse formato além da teoria.

Se não funcionar, a gente muda as regras e volta para contar as histórias.

 

*Créditos foto: Teresa Freitas.


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